O medo
está instintivamente dentro de cada um de nós, por uma simples questão de
sobrevivência.
Nascemos com ele.
É como um
freio interno, um alarme que toca quando nos colocamos em risco fisicamente ou
psiquicamente.
Sem o
medo estaríamos expostos a riscos e perigos o tempo todo.
Se juntarmos esse
sentimento intuitivo e instintivo com nossos valores, educação e código de
ética, passamos a fazer escolhas com mais cuidado e critério.
Porém é
preciso considerar que esse sentimento pode ser paralisante, constritivo mesmo,
nos impedindo de procurar e tentar o novo.
O medo surge todas as vezes que
estamos diante do desconhecido.
Um emprego novo, um novo amor, um novo caminho,
novos amigos, novo endereço, um novo país ...
Sentimos um certo desconforto interno
como se estivéssemos numa foto sem foco.
Mas o
desconhecido pode ser muito positivo para nós se confrontarmos o medo.
As
oportunidades que surgem com ele podem ser surpreendentemente boas.
Se
ficarmos parados, em nossa conhecida zona de conforto, o que ganhamos com
isso?
Provavelmente estagnação, tédio e angústia. É da natureza humana buscar
mudanças...
Não
podemos esquecer que a única certeza que temos em nossas vidas é que não
temos controle sobre nada.
Podemos planejar, ritualizar, organizar, esperar,
ansiar, roterizar ...
O que nos ajuda muito em nossa produtividade diária
e lucidez mental, mas o novo, não pede licença, simplesmente se apresenta.
Ele
chega, chegando.
Assim
manter as nossas mentes e corações abertos, receptivos ao novo pode ser apesar
de assustador, transformador, rico para nosso crescimento interior.
Tudo
depende de nosso senso de lógica e flexibilidade.
Então que
venha o novo!

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